Universo desvendado
Para o Espírito não há tempo nem espaço, pra imaginação não há limites!
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OBSERVEMO-NOS




Elogiamos a paciência alheia
Mas, caímos na teia
Da intolerância e da agressividade
Enaltecemos atos de benevolência
Mas, despencamos no abismo da maledicência,
Da indiferença, e da crueldade.

Sonhamos com o paraíso da fraternidade,
Mas criamos o inferno da maldade,
Da separação pelo embate verbal
Preconizamos o trabalho na extensão do bem
Mas, em face da mísera oferta do vintém,
Nos comprazemos na preguiça e no desânimo do falso dever cumprido
Pelo desencargo consciencial.

A fidelidade à retidão moral destrói a hipocrisia
Observando nosso comportamento e a maneira que Jesus vivia
Teremos enfim a dimensão.
A sua essência divina em tudo espelhada
Desperta de nosso íntimo uma falha dissimulada
A ferida aberta na alma pelas nossas incorrigíveis imperfeições.



Néo Costa
Enviado por Néo Costa em 30/03/2011
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