O CÉU DE ARISTÓTELES
Iluminado, seo Aristóteles, antes de Cristo
Contemplando maravilhado o infinito sorriu...
Haveria “algo” envolvendo todo aquele “vazio”
Acima do fogo, do ar, da água, da terra, pelo visto.
Tudo “mergulhado” na pureza etérica, concluiu...
Como o líquido amniótico do feto benquisto
No “ventre” de um Deus, à tudo previsto
Fonte primária donde tudo surgiu...
Imaculada sua lógica, abrindo no tempo, espaços
Prá luz percorrer e iluminar meus passos
Que ainda tropeçam na escuridão.
Seria eu, então, presente em seu Universo
Tateando estrelas para inspirar meu verso
À séculos já escrito por sua própria mão.