MATAR PRA NÃO MORRER
Foi legítima defesa....Eu JURO!!!
Matei a ameaça que me consumia
Meus sonhos metralhados no escuro
Me matavam um pouco a cada dia.
Morriam desfeitos como as horas
Tatuados na curva do tempo
Que se precipitam em ondas sonoras
Por onde navegam meus pensamentos.
Mortos!. Enterro meus sonhos.
Os improváveis que inquietam pelo afã.
Ao seu curso natural, a vida reponho
E ileso abro os olhos pelas manhãs.
Saio do confinamento da ilusão
Pra respirar o ar da liberdade
Existem sonhos que me levaram a escravidão
Num desviver longe da realidade.
Mortos!. Enterro meus sonhos.
Os improváveis que inquietam pelo afã.
Ao seu curso natural, a vida reponho
E ileso abro os olhos pelas manhãs.
Saio do confinamento da ilusão
Pra respirar o ar da liberdade
Existem sonhos que me levaram a escravidão
Num desviver longe da realidade.
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