Universo desvendado
Para o Espírito não há tempo nem espaço, pra imaginação não há limites!
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Textos

 

Tenho pena da pessoa ciumenta

Sofre adoentada na própria teia

Enroscada nos fios de tudo que a rodeia

Num círculo vicioso que se retroalimenta.

 

Extrapola num ato mais cruel, pois odeia

Quem contra seu fascínio, seu desejo, intenta

E, o objeto de sua posse, isso representa

Sua paixão, sua presa. O sangue que escorreu de suas veias.

 

Cega, pela dor da perda, não pondera

Que certa dose apimenta, retempera

Pelo cuidado o Amor também se expressa.

 

Mas, a volúpia que transborda do descrente

Traz o registro de sua alma ainda doente

Que nas pedras do caminho ainda tropeça.

 

 

 

 

 

 

Néo Costa
Enviado por Néo Costa em 10/09/2026
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